Finalmente um programa de TV sobre aquarismo! Será mesmo? confira nossa análise.

Finalmente um programa de TV sobre aquarismo! Será mesmo? confira nossa análise.

Estreou recentemente no Animal Planet o programa Tanked, traduzido para o Brasil como “Com água até o pescoço”, muitos esperavam um release nosso logo no primeiro episódio, porém decidimos ser cautelosos e esperar alguns episódios para ter uma análise mais real e objetiva sobre o programa, confira!

 

 

Como todo programa de TV, o casting precisa ser muito bem escolhido, com personagens/apresentadores carismáticos e que cativem o telespectador, gerando assim uma sinergia que tem que existir para que ambos fiquem satisfeitos. Nesse ponto o programa cumpre seu papel, os dois donos da empresa, responsáveis pelos projetos são carismáticos e levam a maioria dos assuntos do programa na brincadeira, isso torna o programa leve, ideal para toda a família, inclusive para quem não curte aquarismo, ponto para eles.

Agora vamos abordar como os projetos são concebidos e a maneira como eles desenrolam no programa.

O Briefing

As pessoas que pedem os aquários não se preocupam com nada, simplesmente dizem o que gostariam e dão liberdade total de criação dentro do tema. Embora isso possa parecer estranho para nós aquaristas, temos que lembrar que os clientes da empresa não são aquaristas e simplesmente querem ter um aquário para decorar o ambiente.

Dentro deste cenário surgem aquários inusitados como cabines telefônicas, aquários com tema “máfia” um fliperama aquário e até mesmo um taxi já virou um belíssimo aquário.

A Execução

O mais legal é ver os caras pensando em como construir o aquário, normalmente feito de acrílico sob medida para o espaço. Tudo é feito por eles, desde o display até os elementos de decoração. Tudo é pensado de acordo com o desejo do cliente, em um dos episódios, onde um aquário com o tema “máfia” precisava de um “sapato de cimento” o sapato usado foi de um dos integrantes e ele ficou o resto do programa andando de meias de um lado para o outro.

No final do programa, o integrante que perdeu o sapato recebe uma caixa de presente com outro par, mas antes de abrir ele fez um baita drama, imaginando que poderia ser uma pegadinha ou alguma brincadeira, com algo pulando de dentro da caixa.

Estes momentos de descontração estão presentes em todos os episódios e dão o clima de humor no programa.

A montagem

A hora da montagem é quando eles colocam tudo aquilo que pensaram em prática e as vezes algumas coisas dão errado, aliás, quem já não passou por isso?

Confesso que senti falta de maior explicação sobre os equipamentos e o sistema de filtragem, iluminação, aquecimento, resfriamento e outros itens também são deixados de lado. Quando um aquário é entregue é possível ver o sump com bombas de retorno, skimmers, reatores, mas nada é explicado, é como se não fizesse diferença para o publico, e se pararmos para pensar mesmo, talvez isso tornaria o programa maçante e perderia bastante do interesse para quem não é um aquarista realmente.

Escolha dos animais

Essa parte é sensacional, a loja onde compram os peixes é um paraíso para qualquer aquarista. São peixes raros, belíssimos, em cardumes, sozinhos, em composições de cores e formas que deixariam qualquer um de nós parados no meio da loja sem saber para onde olhar.

Durante a escolha eles comentam os animais e falam sobre as suas características e isso é bem legal, pois ajuda a entender a questão de territorialismo dos animais, comportamentos, alimentação e compatibilidade com o tipo de aquário.

O bom de usar o dinheiro dos outros para montar o aquário é que eles não passam vontade, o peixe que eles gostarem eles levam, simples assim… Que inveja!

Mas caraca, cade a ciclagem?

Aqui sim vejo um problema… a ciclagem! O aquário é montado no mesmo dia, é feito todo o procedimento de mistura de sal, substrato, rochas e logo em seguida são inseridos os peixes, algo que vai contra todos os princípios do aquarismo… uma pena ser abordado desta maneira, acreditamos que os animais sofram muito nesse processo, pois, os níveis de nitrito, nitrato e amônia em um aquário marinho nos primeiros dois meses é absurdo.

Isso leva o telespectador a ter a vontade de montar um aquário, ele vai a uma loja de aquarismo ou pet shop, compra o aquário, substrato, sal, bombas, ração e os peixes em uma única tacada e parcela em algumas vezes.  Monta o aquário e já coloca os peixes sem o período inicial de ciclagem e sem os devidos cuidados, alguns dias depois ele começa a perder os animais e acaba desistindo do Hobby, o que acontece em 60% dos casos.

Nossa avaliação

Com agua até o pescoço pode trazer diversão durante 1 hora por semana para quem gosta de animais e está iniciando no aquarismo, mas para quem é mais critico como nós, aquaristas, é uma forma de prejudicar e muito o hobby.

Achamos que o programa deveria ter uma roupagem diferente, sendo preservado o tempo de ciclagem, feito alguns testes e mostrando ao telespectador porque isso foi feito e de maneira didática passar o conceito correto sobre o aquarismo.

Definitivamente, aquários como os que eles trabalham são objetos de desejos e os proprietários tem condições de gastar alguns milhares de dólares com os animais e não se importarem se os mesmos viverão bem no aquário. Uma pena!

 

Onde assistir: Canal Animal Planet

Quando: Quintas-feiras as 22h00

 

 

Como eliminar a Água Verde de seu aquário ou lago – Colaboração Cubos

O esterilizador UV, mais conhecido como “filtro UV”, é o único método garantido e seguro para a completa eliminação da “Água Verde”, pois produz radiação ultravioleta que destrói com muita eficiência os microorganismos expostos a ela. Além das algas, os esterilizadores Cubos UV LIGHT também eliminam os focos de doenças causados por bactérias ou protozoários. Isso é possível, pois a emissão de luz ultravioleta (comprimento de onde 253,7 nanômetros) age diretamente no mecanismo reprodutivo (DNA) dos microorganismos, impedindo com que eles se reproduzam. Com isso o microorganismo é considerado morto e os focos de doenças são eliminados.Como eliminar a Água Verde de seu aquário ou lago – Colaboração Cubos

A tecnologia ultravioleta é uma forma não química de desinfecção e, por isso, nada é adicionado na água, o que torna esse método simples, barato e com pouca manutenção.

Instalação do Filtro UV no AquárioO UV não vai matar diretamente o parasita que está preso no peixe, mas o parasita passa por um estágio de suspensão e é nesse momento que são eliminados. Além disso, peixes e corais carregam bactérias que podem se espalhar pela água e matar outros habitantes. Mesmo o mais saudável dos peixes pode contrair a alguma doença, principalmente em momentos de estresse causado per transporte, realocação ou outro tipo de perturbação ao peixe.

Em lagos, a utilização do UV é quase que obrigatória, pois as algas verdes tomam conta de uma forma muito fácil e rápida de todo lago deixando-o totalmente verde (semelhante a uma “sopa de ervilhas”) a ponto de não se conseguir enxergar os peixes. Isso é muito comum de acontecer e a melhor solução para esse problema é sem dúvida a utilização de um esterilizador UV.

Existem dois tipos de tratamento que podem ser feitos com a utilização dos esterilizadores Cubos UV LIGHT. O primeiro é para a eliminação de algas em suspensão e o segundo para a esterilização da água, ou seja, a eliminação de até 99% das bactérias e protozoários em suspensão na água do lago ou aquário (incluindo as algas em suspensão).

Importante: Quando o aquário ou lago for tratado com algum medicamento, desligue o esterilizador Cubos UV LIGHT, pois a radiação UV pode anular o efeito do tratamento. Após o término do período de tratamento, o esterilizador pode ser religado normalmente.

Fonte: www.cubos.com.br

O Substrato, Areia, Cascalho

Uma grande dúvida entre os aquaristas é sobre o que usar como fundo no seu aquário e quais os efeitos disso na sua água. Primeiramente é bom lembrar que o substrato tem várias funções:

a) Estética: serve como elemento decorador, uma vez que traz um belo efeito visual ao aquário.
b) Fixação: serve como base de fixação para as plantas aquáticas, de onde algumas delas retiram o alimento.
c) Nessecidade para peixes: serve para reduzir o stress dos peixes, dando-os idéia de segurança. Alguns deles põem suas ovas em buracos no substrato, enquanto outros enterram-se ou constroem túneis.
d) Filtração: serve de morada para colônias de bactérias desnitrificantes, que participam ativamente do ciclo do nitrogênio, convertendo substância tóxicas aos peixes em outras menos tóxicas (filtragem biológica da água).

No aquarismo doce, costuma-se usar dois tipos de substrato: areia e cascalho, dependendo do resultado que se deseja obter, dos peixes mantidos, entre outros fatores.


Areia

O uso da areia não é muito comum. Costuma ser utilizada apenas em casos especiais, como na criação de arraias, uma vez que outro substrato pode feri-las facilmente. Tem a desvantagem de poder se compactar, prejudicando a penetração das raízes das plantas (para evitar isso, costuma-se revolvê-la um pouco). Além disso, a circulação de água pelo substrato é muito pequena e não se pode usar filtro biológico de fundo com todas as vantagens deste.

Cascalho
Utilizado pela grande maioria dos aquaristas, o cascalho traz algumas vantagens com relação à areia. A mais clara é o fato de propocionar o uso de filtro biológico de fundo no aquário, método de filtragem muito comum, fácil, barato e eficaz.
Nas lojas especializadas, é possível encontrar vários tipos de cascalhos, com os mais diversos aspectos, colorações e peculiaridades. Há alguns itens a se observar:

a) Tamanho do cascalho: deve-se escolher um de tamanho médio (1 a 5 mm). O cascalho pequeno oferece o mesmo problema da areia: compacta-se, impedindo o enraizamento das plantas e o fluxo de água. Além disso, impossibilita o uso de filtro biológico de fundo. Cascalho grande, por outro lado, prejudica as plantas (suas raízes não conseguem empurrar os pesados grânulos), além de deixar passar as partículas de alimento que caem. Desse modo, os peixes não podem ingeri-las e elas acabam deteriorando-se no substrato, reduzindo a qualidade da água. Além disso, a área de contato para a instalação das colônias de bactérias desnitrificantes é reduzida e as plantas não conseguem “empurrar” o cascalho com suas raízes.

b) Tipo do cascalho: deve-se tomar muito cuidado com o tipo do cascalho, pois cada um deles age de forma particular sobre a qualidade de água. A dolomita, por exemplo, alcaliniza e endurece a água facilmente, assim como cascalhos ricos em pedaços de concha e rochas calcáreas.
Há cascalhos coloridos artificialmente que desprendem tinta quando colocados na água.
Outros contêm pontas, de modo que podem facilmente ferir os peixes, podendo ocasionar fungos. Por essas razões, aconselhamos a utilização de cascalho rolado de rio, pelo fato de não alterar o pH, dureza e nem a qualidade da água além de, na minha opinião, ser o mais bonito.

 

Como montar e manter um FBF(Filtro Biológico de Fundo)

Durante mais de duas décadas esse sistema foi considerado o fino da arte. Apenas elogios a seu uso. Nesse sistema, a água do aquário é forçada a descer em direção ao substrato passando através dele e subindo pelas torres. Esta circulação constante favorece a formação e povoamento de diversas colônias de bactérias benéficas, assim como outros seres microscópicos ou não, pois a circulação leva nutrientes e principalmente oxigênio através do substrato. Trata-se portanto de um sistema de filtragem realmente biológico, uma vez que diversas espécies de animáculos degradam a matéria orgânica (e inorgânica) que surge na água, seja pelos restos de comida, morte de plantas ou excreções dos peixes.

Embora muito simples e eficiente, ao longo de anos e anos de utilização muitas das informações pertinentes à correta utilização deste sistema foram se perdendo ou sendo deixadas para segundo plano. Nos dias atuais é bastante comum ouvirmos frases como:

– Filtro Biológico de Fundo é ultrapassado;
– Filtro Biológico de Fundo é uma bomba relógio que, mais cedo ou mais tarde vai explodir;
– Filtro Biológico de Fundo acumula muita sujeira no fundo e isso causa a Síndrome da água velha;
– Filtros externos dão muito menos trabalho;
– Todo ano temos que desmontá-lo para limpar a sujeira sob as placas e o cheiro é nojento.

Muitas dessas frases (e outras) estão erradas e foram difundidas por ignorância ou interesses comerciais. Afinal, quem compraria um filtro externo hang-on de R$ 200,00 ou um canister de R$ 500,00 se soubesse que o FBF é muito mais eficiente e pode ser montado com menos de R$ 50,00?

A única vantagem dos filtros externos (se é que isso é uma vantagem) é que você desliga, leva até o tanque e procede a limpeza sem precisar incomodar os peixes. Vejam que as sifonagens do substrato continuam sendo necessárias, seja em aquários com canisters, filtros externos, sumps ou FBF. Assim, o trabalho que um aquário com FBF dá, é o mesmo.

Muitas das coisas ditas nas frases acima realmente ocorrem nos aquários de aquaristas que disconhecem a forma correta de se montar um aquário com FBF. Se ele for montado corretamente, você não precisará desmontar o sistema a cada ano para limpar sob as placas, simplesmente porque não haverá sujeira sob elas. Se bem montado, a tal “bomba-relógio” ou a síndrome da água nunca acontecerão. Isso eu posso falar de carteirinha, pois venho usando esse tipo de filtragem há mais de 25 anos e já mantive diversos aquários por mais de 8 anos com FBF sem que estes apresentassem nenhum dos problemas tão alegados pelas pessoas que “não gostam” do FBF.

Dizer que é ultrapassado é outra grande bobagem. Filtragens “biológicas” em filtros externos se limitam à manutenção de colônias de algumas poucas espécies de bactérias capazes de consumir amônia e nitritos. Filtragem biológica é muito mais que isso. Um substrato oxigenado pela passagem da água através dele, permite que muitos outros tipos de seres façam suas contribuições para tornar a água mais apropriada para os peixes.

Sendo assim, vamos às dicas de montagem e manutenção de um FBF eficiente:

Montagem:

1- Montagem das placas e torres: Quanto maior for a área coberta pelas placas melhor. Se possível, cubra toda a área do chão do aquário. A distância entre as torres não deve ser maior que 50cm. Assim, qualquer aquário com mais de 50cm de comprimento deve ter mais de uma torre pois além dessa distância a bomba submersa não conseguirá sugar a água e se você tentar compensar isso com uma bomba mais potente acabará prejudicando a passagem dos nutrientes nas proximidades dessas torres, pois agora a água passará muito mais rapidamente;

2- As placas devem ser cobertas com algum tipo de material capaz de reter material particulado como pequenos grãos de areia, restos de plantas, etc. Pode-se usar algum tecido ou material sintético para essa finalidade;

3- O substrato deve ser de granulometria não superior ao n° 1. Os n° 0 e 00 são bastante funcionais. Quanto a espessura da cama, 6 a 8 cm de espessura costuma dar bons resultados;

4- Com relação à vazão das bombas submersas, existem duas correntes: uns defendem um fluxo lento para dar tempo às bactérias e demais seres de consumir os nutrientes que vem em sua direção, permitindo inclusive a desnitrificação nos pontos de menor vazão. Outros preferem garantir uma passagem mais rápida da água pelo substrato para melhor oxigená-lo e assim evitar a formação de zonas anóxicas que poderiam servir como sítios de desenvolvimento de bactérias anaeróbicas no sistema. Particularmente, defendo o uso de bombas com vazão entre 300 e 650 Litros/h, dependendo da altura da cama e da granulometria do substrato, assim como da quantidade de fauna presente no aquário.

Manutenção:

Como em qualquer aquário, o substrato deve ser sifonado periodicamente. Um dos grandes erros praticados pelos críticos desse sistema é que eles não sifonam o substrato na frequência necessária e isso acaba compactando-o e impedindo o fluxo de água através dele. Isso leva ao desenvolvimento de bactérias anaeróbicas sob as placas com produção de gases altamente tóxicos como o metano e o gás sulfídrico, gerando um bolsão de gás sob o cascalho compactado. Aí está a tal “bomba-relógio”. Esses gases, além de muito fedorentos, podem dizimar a fauna de um aquário em muito pouco tempo, daí a importância de ter o cascalho sempre bem fluidizado (não compactado).

Recomendo sifonagens por toda a extensão do substrato levantando pedras ou troncos para sifonar por baixo deles. Veja que quanto menor for a granulometria do cascalho menos sujeira se acumulará entre os grãos, o que facilita uma sifonagem superficial, mas não se esqueça que a granulometria menor favorece a compactação. O tempo lhe dirá qual o melhor intervalo entre as sifonagens, mas o importante é que o cascalho esteja sempre o mais limpo possível e principalmente fluidizado. Eu costumo fazer uma a duas sifonagens por semana em meus aquários. Se você conseguir mantê-los limpos e não compactado com intervalos entre as sifonagens maior que uma semana, tudo bem! Cada aquário tem seu tempo. Ele é função da quantidade de fauna, da quantidade de ração oferecida e da vazão de filtragem. Por falar em filtragem, há quem defenda a utilização de um filtro externo hang-on para auxiliar nas demais filtragens (mecânica e química). Não há necessidade de usar cerâmicas, esponjas ou quaisquer outras midias biológicas nesse filtro externo, pois a filtragem biológica estará acontecendo no substato. Esse filtro externo será um complemento, removendo material particulado em sustensão, assim como material orgânico dissolvido ao passar pela filtragem química – geralmente feita com carvão ativo ou Purigen.

Espero que com essas dicas a montagem e manutenção de aquários com FBF volte a ser uma prática corriqueira entre os aquaristas modernos. Afinal, por que deixar de usar um sistema de filtragem tão barato e eficiente, se ele garante água muito mais limpa e estável que os filtros externos, tendo inclusive um lastro muito maior para suportar nossos erros com relação a exageros na comida e excesso de fauna?

Problema no painel de instrumentos – Chrysler Neon 95/99

 

    O Chrysler neon possui um problema bem comum que é chamado de “solda fria”, onde com o tempo os contatos da solda vão se perdendo, e quando fria piora a situação, não conseguindo gerar contato algum. Com isso pode ser que pare de funcionar o velocímetro, marcado de combustível e etc, levando muita gente comprar um painel inteiro novo, e gastar horrores com isso.

   Aqui ensinarei como arrumar esse problema que assola os carros com painel eletrônico, isso mesmo, este tutorial serve para sua ecosport ou fiesta, claro, cuidando nas devidas modificações de um modelo para o outro.
O que vamos precisar?
– Ferro de Solda
– Estanho de boa qualidade
– Chave Philips
– Chave Torque por volta de T15
– E um pouco de coragem

OBS.: Se você nunca soldou algo eletrônico, aconselho a desmontar o painel e levar para uma eletrônica, tudo aqui é por sua conta e risco, não nos responsabilizaremos por nada de errado que você tenha feito!
Abrindo o painel:
   Abrir o painel é muito fácil e simples, você começa da esquerda para direita (pelo lado do carona) a puxar a parte plástica maior, aquela onde tem os buracos para os twitter’s e o ar-condicionado. Force um pouco para cima que ele vai se desencaixando, não tenha medo, ele vai se soltando numa boa.

    Após tirar a tampa plástica, desaparafuse os parafusos que se encontram no canto do painel. Os parafusos de baixo são difíceis de tirar, enfie a chave philips na diagonal e desaparafuse, não é preciso tirar o resto das partes do painel, com um pouco de manha e paciência você consegue.

    Desconecte os plug atrás do painel e puxe-o para cima, ele sairá facilmente.

Hora de soldar:
   Aqui tem um vídeo explicando todo o procedimento de como desmontar a placa do painel e depois verificar onde se deve soldar. A parte onde ele tira as lâmpadas não é necessária, pode desgrudar a placa com todas as lâmpadas conectadas.
   Após soldar, faça o processo inverso de desmontagem e teste o carro, caso algum ponteiro não esteja funcionando ainda, reveja os pingos de solda, algum pode ter ficado mal colocado. Para testar não precisa aparafusar nada, só conecte os plug certinho atrás do painel e seja feliz!